Terminei com basicamente uma semana de folga o livro do clube presencial que participo, o A casa dos espíritos da Isabel Allende e ainda quero pausar a cabeça pra conseguir escrever sobre. Foi uma releitura, na verdade, que amei revisitar, apesar de todas as dores contidas no livro. E pra dar conta da quantidade de páginas dentro do tempo hábil, me dividi entre 2 kindles - um em casa, outro na bolsa - e o audiobook, mesclando esses dois últimos em trajetos andados, ubers e filas de espera. Foi definitivamente uma experiência.
Ao mesmo tempo em que quero tempo pra pausar, sou empurrada pela minha fila de leitura e afazeres e já pulei pro próximo. Aliás, pros dois próximos. 😳
Ao mesmo tempo em que quero tempo pra pausar, sou empurrada pela minha fila de leitura e afazeres e já pulei pro próximo. Aliás, pros dois próximos. 😳
Há umas semanas que tenho sido cercada por indicações de leitura de A casa dos Budas Ditosos (percebendo aqui um padrão de leitura de "A casa dos..."). Já joguei no meu kindle novinho - que não sei se falei por aqui, mas ganhei um kindle de aniversário e ainda estou fofa e feliz, levando em conta que o meu idoso paperwhite já mostra sinais de cansaço. E tava vendo uma oportunidade de começá-lo unida à urgência de livros da TAG chegando e eu sem conseguir inserí-los na minha fila. Bateu a culpa. Vi elogios a um dos últimos, o A correspondente, da Virginia Evans e considerando ser um romance epistolar e, supostamente, fácil de ler, catei pra me acompanhar nas noites antes de dormir.
Vi um vídeo da Fernanda Torres, que tá em cartaz com a peça, anunciando que vem pra Recife e me contorci toda de vontade. Olhei pras datas, numa quarta e quinta-feiras de começo de mês.
Eu no interior do estado em plena semana de trabalho faço o que? Xinguei o trabalho, o ter que trabalhar, o horário comercial, o não existir de férias, a falta de dinheiro e de possibilidade de mandar tudo a merda.
Me sobrou o livro. Catei minha camisa rosa da Fernanda Torres, porque nas quartas vestimos rosa, meu kindle com o dito livro e comecei a ler a caminho do trabalho. E não é que o prefácio também é escrito pela querida? Já começa delicioso. E, confesso, já me pegou mais no prefácio que as 40 páginas lidas de A correspondente.
Me sobrou o livro. Catei minha camisa rosa da Fernanda Torres, porque nas quartas vestimos rosa, meu kindle com o dito livro e comecei a ler a caminho do trabalho. E não é que o prefácio também é escrito pela querida? Já começa delicioso. E, confesso, já me pegou mais no prefácio que as 40 páginas lidas de A correspondente.
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| Eu, minha camisa surradíssima do Oscar passado e meu kindle novinho |
E, falando em livros, amanhã tem o evento Encha seu Kindle. Pois, porque não encher mais a fila já imensa de mais livros, não é mesmo?
Esse post faz parte da seleção mensal da comunidade de blogagem coletiva ENTREBLOGS, criada com o intuito de compartilhar nossas perspectivas sobre os mesmos assuntos. Esse é um tema de agosto (BEDA 2026 - Guardiões da Blogosfera) E é possível ler o que a galera anda escrevendo por aqui.

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